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Tarsila, a Brasileira

Quando:
31/05 - 21:00 h   a   02/06 - 16:00 h
Local:
Vivo Rio - Parque do Flamengo
Musical retrata a vida de Tarsila do Amaral

Claudia Raia e grande elenco chegam ao Rio de Janeiro com o aclamado musical Tarsila, a Brasileira,  em cinco sessões no Vivo Rio.

Claudia Raia retorna aos palcos em um dos projetos mais importantes de sua carreira, e você vai poder assistir durante um único final de semana, no Vivo Rio. Pois o espetáculo tem apenas cinco sessões, que acontecem de 31 de maio a 2 de junho.

A atriz protagoniza e produz Tarsila, a Brasileira, um musical que retrata a vida de Tarsila do Amaral, que com sua paleta de cores e inovação, mostrou a verdadeira face do Brasil. As obras da artista traduzem a complexidade e a riqueza da cultura nacional para o mundo todo.  A montagem tem texto e letras de Anna Toledo e José Possi Neto, que também assina a encenação e direção de arte. A direção musical é de Guilherme Terra, com Jarbas Homem de Mello dando vida a Oswald de Andrade

Nessa temporada no Rio de Janeiro os clientes Vivo têm pré-venda exclusiva, enquanto a venda para o público em geral começa depois.

“Arte e cultura são fundamentais porque carregam nossa história, contam mais sobre nós, sobre nossa identidade coletiva”, diz Claudia Raia. “Tarsila do Amaral é a cara do Brasil. Com sua obra, ela mostra nosso potencial de criação, renovação e como é importante olhar o que veio antes, nem que seja para se alimentar daquilo e mostrar algo novo”, continua a atriz.

A história começa com a chegada de Tarsila a São Paulo, em 1922, vinda da Escola de Artes de Paris, e seu encontro com os modernistas. Isso dá origem ao famoso Grupo dos Cinco (Tarsila, Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia) e seria o início de um tórrido romance entre ela e Oswald. A ação então passa pela efervescência e excessos dos modernistas, a vida entre São Paulo e Paris. Nessa época o atribulado e concorrido atelier de Tarsila em Paris, é frequentado pela nata artística (Pablo Picasso, Igor Stravinsky, Eric Satie, Jean Cocteau, entre outros). Esse redescobrimento do Brasil e suas revoluções estéticas, culminaram no movimento Antropofágico e na criação do Abaporu, ponto máximo da colaboração artística entre Tarsila e Oswald.

A segunda parte da história começa justamente com a Crise de 1929, quando Tarsila perde toda a sua fortuna e descobre a traição de Oswald com Pagu, jovem protegida do casal. Separada de Oswald e destituída de suas fazendas, Tarsila viaja para Moscou e dá início a sua fase de pinturas sociais, retratando os trabalhadores brasileiros. Porém, Tarsila é presa pela polícia de Getúlio Vargas, suspeita de atividades revolucionárias pelo simples fato de ter ido à Rússia. Acolhida e amparada pelos amigos, Tarsila então conhece seu último amor, o jornalista carioca Luis Martins, 24 anos mais jovem do que ela, com quem viveria por dezoito anos.

Após a morte da sua filha e sua neta, da separação de Luís e da morte de Mário, Anita e Oswald, Tarsila reflete sobre suas perdas. Por isso encontra consolo na espiritualidade, mais especificamente, na doutrina espírita de Chico Xavier. Numa epifania, Tarsila revela sua visão e renova sua convicção na Arte como possibilidade de transcendência. Esse encontro com as pessoas que amou e as pessoas que compartilharam do mesmo sonho, se funde com a Retrospectiva da Semana de Arte Moderna, cem anos depois, numa grande consagração da Cultura brasileira.

Local: Vivo Rio – Parque do Flamengo
Data: 31 de maio a 2 de junho • Sexta – às 21:00 h • Sábado – às 17:00 h e 21:00 h •Domingo – às 16:00 h e 20:00 h
Classificação Indicativa: Livre
Ingressos: Clique Aqui

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